fRuTaS&tRaNs-GRESSÃO
Histórias para Tangerinas e Cavalas-Marinhos
ou PALESTINA LIVRE!

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A primeira peça fRuTaS&tRaNs-GRESSÃO Histórias para Tangerinas e Cavalas-Marinhos ou PALESTINA LIVRE!, de 2019, surgiu a partir do objetivo de naturalizar e problematizar a 'presença' corpos trans e não-bináries em cena durante cinco anos de pesquisa.


“Com a premissa de que toda construção social tem seu potencial ‘performativo’ - e nisso entendemos o idioma como um construto social, ser Homem/Mulher como uma construção social - como relata a performer brasileira  Eleonora Fabião em Performance e teatro: poéticas e políticas da cena contemporânea (2008)-, esta obra é um convite todes a olhar através da performatividade do corpo, que diariamente sofre tentativas de ‘padronização’ sob efeitos de uma heteronorma para atingir um padrão de ser. Problematizaremos através de uma cena quase debate, este corpo como meio de expressão identitária consciente”, explica Manfrin e cita a fala de sua personagem: “- Vocês entendem o perigo que é entender as coisas?”.

Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Foto: Lisa Cristine
Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Fotos -136
FOTO: CAIO NOGALI
Fotos -162
Fotos -456
Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Foto: Lisa Cristine
Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
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Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Fotografia: Elza Cohen (@elzacohen)
Fotografia: Lisa Cristine

Fotografias de Elza Cohen, Lisa Cristine, Gustavo Ribeiro, Caio Nogali.

“Decidimos então por pesquisar a performance de gênero e suas possibilidades criativas dentro da cena - o que de fato faz um homem cis, ser corporeamente um homem cis? Seus gestus? Sua roupa? Sua fala? Sua consciência? A fala de legitimação do Outro? - buscando assim construir uma estética desobediente/não binárie. Não é homem nem mulher, não é teatro nem dança, nem instalação nem performance. Retomando a reflexão como prática da arte,desestabilizando o cotidiano por meio desobediência de todes as normas, pela transgressão e profanação . Acreditamos, portanto, no potencial de pesquisa continuada na relação arte e vida desta obra, onde todo o material criativo da coletiva é autoral e relacional - da dramaturgia textual à trilha sonora. É processo de transição identitária não binárie virando obra de arte”.

Com esta obra, coletiva passou por uma série de palcos: pelo Centro Cultural da Diversidade, Rede SESC, USP, pelo festival CÉU - Cena Universitária Nacional de Brasília da Universidade de Brasília, FIK – Festival Internacional de Arte e Cultural José Luiz Kinceler e por outras cidades.

Assista ao Teaser
de fRuTaS&tRaNs-GRESSÃO no nosso canal no YouTube: